Notícias

A resposta cristã ao racionalismo – Terceira pregação do Pe. Cantalamessa

2010-12-17- Terceira pregação do Advento   "ESTAI SEMPRE PRONTOS A DAR A RAZÃO DA VOSSA ESPERANÇA."(1 Pe 3,15) 1. A razão usurpadora O terceiro obstáculo que faz parte da cultura […]

A resposta cristã ao secularismo – Segunda pregação do Pe. Cantalamessa

2010-12-10- Segunda Pregação de Advento do Pe. Cantalamessa  “A VIDA ETERNA QUE A VÓS ANUNCIAMOS” (1 Jo 1,2) 1. Secularização e secularismo Nesta meditação, veremos o segundo obstáculo que a […]

A resposta cristã ao cientismo ateu – Primeira pregação do Pe. Cantalamessa

2010-12-03- Primeira Pregação do Advento do Padre Cantalamessa    1. A tese do cientificismo ateu As três meditações deste Advento 2010 querem ser uma pequena contribuição à necessidade da Igreja […]

Para Papa, Natal é um fato, não uma história bonita

Em sua mensagem de Natal, Bento XVI sublinhou o fato de que o nascimento de Jesus é um "fato", um acontecimento histórico, não uma bela história inventada. Dirigindo-se aos milhares […]

Quem é Cristo para São Paulo

Reflexão para colocar Cristo no centro da vida espiritual dos cristãos

Christopher Hitchens e o final da evolução

Raniero Cantalamessa 2007-10-01 Há algum tempo, um anônimo benfeitor se preocupou por fazer-me chegar como presente, da parte do editor, o ensaio do conhecido jornalista anglo-americano Christopher Hitchens, titulado «Deus […]

A experiência da fé

(fonte: zenit) Primeira pregação do Advento do Pe. Raniero Cantalamessa OFM Cap CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 10 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos a terceira parte da primeira pregação do Advento à Cúria Romana que, em presença de Bento XVI, pronunciou o Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap, pregador da Casa Pontifícia. No coração do Ano Paulino, o Pe. Cantalamessa propôs uma reflexão sobre o papel que Cristo ocupa no pensamento e na vida do apóstolo Paulo, para renovar o esforço por colocar Cristo no centro da teologia da Igreja e da vida espiritual dos crentes. * * * Uma experiência vivida No documento de acordo entre a Igreja católica e a Federação mundial das Igrejas luteranas, apresentado solenemente na Basílica de São Pedro por João Paulo II e o arcebispo de Uppsala em 1999, há uma recomendação final que me parece de uma importância vital. Diz substancialmente isto: chegou o momento de fazer desta grande verdade uma experiência vivida pelos crentes, e não mais um objeto de disputas teológicas entre sábios, como sucedeu no passado. A celebração do Ano Paulino nos oferece uma ocasião propícia para fazer esta experiência. Ela pode dar um respaldo a nossa vida espiritual, um descanso e uma liberdade novas. Charles Péguy contava, em terceira pessoa, a história do maior ato de fé de sua vida. Um homem, diz (e se sabe que este homem era ele mesmo), tinha três filhos e um dia caíram enfermos, os três juntos. Então tinha feito um ato de audácia. Ao pensar nisso se admirava também um pouco, e há que dizer que havia sido verdadeiramente um ato arriscado. Como se tomam três crianças do solo e se põem juntas, quase brincando, nos braços de sua mãe ou de sua babá que ri e grita, dizendo que são muitas e não terá forças para levá-las, assim ele, audaz, como um homem, havia tomado – entende-se, com a oração – seus três filhos enfermos e tranquilamente os havia posto nos braços d'Aquela que carrega todas as dores do mundo: «Olha – dizia – lhes dou, me viro e vou para que não me devolvas. Já não os quero, veja bem. Deves encarregar-te deles». (Sem metáforas, tinha ido em peregrinação a pé desde Paris a Chartres para confiar a Nossa Senhora seus três filhos enfermos). Desde aquele dia tudo foi bem, porque era a Santa Virgem que se ocupava deles. É curioso que nem todos os cristãos façam isto. É muito simples, mas nunca se pensa no simples. A história nos serve neste momento para ilustrar a idéia de um ato de audácia, porque se trata de algo parecido. A chave de tudo, se dizia, é a fé. Mas há diversos tipos de fé: há a fé-assentimento do intelecto, a fé-confiança, a fé-estabilidade, como a chama Isaías (7, 9). De que fé se trata, quando se fala da justificação «mediante a fé»? Trata-se de uma fé totalmente essencial: a fé-apropriação. Escutemos, sobre este ponto, São Bernardo: «Eu – diz –. O que não posso obter por mim mesmo, o aproprio (usurpo!), com confiança no Senhor, porque é cheio de misericórdia. Meu mérito, por isso, é a misericórdia de Deus. Não me faltam méritos, enquanto ele seja rico em misericórdia. Se as misericórdias do Senhor são muitas (Sal 119, 156), eu também abundarei em méritos. E o que dizer de minha justiça? Oh, Senhor, recordarei somente tua justiça. De fato ela é também minha, porque tu és para mim justiça da parte de Deus». Está escrito também que «Cristo Jesus… se converteu para nós em sabedoria, justiça, santificação e redenção (1 Cor 1, 30). Para nós, não para si mesmo! São Cirilo de Jerusalém expressava, com outras palavras, a mesma idéia do ato de audácia da fé: «Oh bondade extraordinária de Deus para com os homens! Os justos do Antigo Testamento agradaram a Deus nas fadigas de longos anos; mas o que eles chegaram a obter, após um longo e heróico serviço agradável a Deus, Jesus lhes dá no breve espaço de uma hora. De fato, se tu crês que Jesus é o Senhor e que Deus o ressuscitou dentre os mortos, te salvarás e serás introduzido no Paraíso pelo mesmo que introduziu o bom ladrão».

Último livro do papa, “Luz do mundo”, em cápsulas

(fonte: www.zenit.org)

A voz sincera de um papa frente a um mundo em transformação
O livro-entrevista “Luz do mundo”, apresentado em novembro no Vaticano, recolhe respostas francas de Bento XVI ao jornalista Peter Seewald sobre o Papa, a Igreja e os sinais dos tempos.
Apresentamos algumas das frases mais destacadas do livro.
* * *
Surpresa diante da sua eleição
“O fato de ver-me de repente diante dessa tarefa tão grande foi, como todos sabem, um choque para mim. A responsabilidade é realmente gigantesca.”
Renúncia ao papado
“Se o papa chega a reconhecer com clareza que física, psíquica e mentalmente já não pode continuar seu ofício, tem o direito e, em certas circunstâncias, também o dever de renunciar.”
Crise dos abusos
“Tudo isso foi para nós um choque e eu continuo me comovendo hoje assim como ontem, até no mais profundo.”
Soluções para os abusos
“O importante é, em primeiro lugar, cuidar das vítimas e fazer todo o possível para ajudá-las e para estar ao seu lado com a vontade de contribuir para sua cura; em segundo lugar, evitar o máximo possível estes atos, por meio de uma seleção correta dos candidatos ao sacerdócio; e, em terceiro lugar, que os autores dos atos sejam castigados e excluídos de toda possibilidade de reincidir.”
Enfrentar os abusos
“O que nunca deve acontecer é tentar escapar e pretender fingir não ter visto, deixando, assim, que os autores dos crimes continuem cometendo suas ações. Portanto, é necessária a vigilância da Igreja, o castigo para quem faltou e sobretudo a exclusão de todo acesso posterior às crianças.”
Situação atual da Igreja
“A Igreja vive. Contemplada somente a partir da Europa, parece que se encontra em decadência. Mas esta é só uma parte do conjunto. Em outros continentes, ela cresce e vive, está repleta de dinamismo (…). Se a Igreja deixasse de estar presente, significaria um colapso de espaços vitais inteiros.”
Relativismo
“Ninguém discutirá sobre o fato de que é preciso ser cuidadoso e cauteloso ao reivindicar a verdade. Mas descartá-la, sem mais nem menos, como inalcançável, exerce diretamente uma ação destrutiva.”
Ecumenismo
“O mundo precisa de um potencial de testemunho a favor do Deus uno que nos fala em Cristo.”
Diálogo inter-religioso

Natal, suprema manifestação da «filantropia de Deus»

(fonte zenit)

Comentário do Pe. Cantalamessa sobre o Natal do Senhor

Natal do Senhor
Isaías 9, 2-4.6-7; Tito 2, 11-14; Lucas 2, 1-14
Glória e paz aos homens
Um antigo costume prevê para a festa do Natal três missas, chamadas respectivamente «da noite», «da aurora» e «do dia». Em cada uma, através das leituras que variam, apresenta-se um aspecto diferente do mistério, de forma que se tenha dele uma visão por assim dizer tridimensional. O evangelho da Missa da meia-noite se concentra no evento, no fato histórico. Descreve-se com uma desconcertante simplicidade, sem ostentação alguma. Três ou quatro linhas de palavras humildes e normais para descrever o acontecimento, o mais importante na história do mundo: a chegada de Deus à terra.

Horários de Missa nos dias 29 e 30 de janeiro

No Sábado, dia 29 de janeiro, haverá Missa às 18h30 na Igreja São Sebastião. Neste dia nas outras Igrejas da paróquia haverá Celebração da Palavra nos horários habituais de Missa […]