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Aquele túmulo vazio: um desafio para crentes e descrentes

Aquele túmulo vazio: um desafio para crentes e descrentes
“Estavam lá orando e reunidos quando Jesus apareceu. Ninguém abrira as portas. E lá estava Jesus!”
Aquele túmulo vazio: via rede social, o pe. Zezinho comentou sobre a manhã da Ressurreição de Jesus e o quanto acreditar nela foi e é desafiador. Ele escreveu:

“Naquela manhã depois do sábado, a notícia correu célere! A pedra redonda do sepulcro tinha sido removida e o corpo de Jesus não estava lá. Os panos, sim. Mas o corpo, não!

Boato aqui, boato ali, boato acolá, as versões eram totalmente desencontradas. Dizia-se que alguém roubara o corpo. Que anjos tinham removido a pedra. Que os discípulos tinham escondido o corpo do Senhor morto para enganar as autoridades!

Ninguém contara com isto. Nem os discípulos mais achegados! A verdade é que os relatos davam o que pensar. Disseram que o túmulo estava vazio. De repente, assustados, os apóstolos reunidos deliberaram para ver o que fariam. Em quem acreditar?

Então Pedro e João foram verificar pessoalmente. Era verdade! A pedra tinha sido removida e o corpo untado de óleos não estava lá. Restaram só os panos dobrados”.
Aquele túmulo vazio
O sacerdote prosseguiu:

“Reuniram-se de novo na sala superior do cenáculo, uma espécie de restaurante da época, e foram orar. Havia mais medo do que esperança! Horas difíceis para todos eles! A maioria dos apóstolos não vivia em Jerusalém. E os romanos sabiam aniquilar qualquer grupo. Os fanáticos fariseus estavam determinados a acabar com o que restara dele! Estavam lá orando e reunidos quando Jesus apareceu. Ninguém abrira as portas. E lá estava Jesus!

Imaginemos o susto! Tinham visto e ouvido sobre as torturas e a crucifixão lá no Calvário. Tinham fugido na hora da prisão! José de Arimateia tinha cedido o túmulo. E agora, lá estava Jesus entre eles. Fantasma? Ilusão? JESUS estava vivo outra vez?

Não havia mais dúvida. Jesus falou e deu a eles sua paz. Não foi apenas uma aparição. Jesus apareceu de novo, e, entre os que haviam fugido, vários voltaram. Tomé continuava duvidando! Jesus apareceu e provou que era Ele em carne e osso. Mandou Tomé pôr o dedo nas chagas! Servia para ele e para os que ainda duvidassem. Outra vez comeu peixe para provar que estava vivo. Como não crer diante de tantas evidências? Isto: seu mestre tinha voltado a viver! Mas não foi fácil crer na ressurreição do seu mestre!”
Um desafio para crentes e descrentes
O padre Zezinho finalizou:

“Hoje vivemos as mesmas convicções. Nós, cristãos, cremos que Jesus está vivo! Não o vemos como aos discípulos viram. Mas cremos nos relatos dos evangelistas. E proclamamos que Ele está no meio de nós. Dizemos isto todos os dias!

E há os descrentes. Se foi difícil para quem seguira Jesus de perto, imaginem quem nunca aceitou que Deus existe e que Jesus era mais do que um profeta judeu! Eles não festejam a Páscoa de Jesus. Mas, para nós, este é o grande dogma. Tanto que, para nós, a Páscoa de Jesus é festa maior do que o Natal.

Aquele menino cresceu, pregou, enfrentou os poderosos da época, defendeu os pequenos, inaugurou novo jeito de viver e buscar a paz e morreu perdoando. E, cerca de 40 horas depois, ressuscitou.

Feliz e Santa Páscoa para você que acredita que aqui começa a grande diferença. ELE está no meio de nós!”

Fonte: Aleteia